Pensar sobre, seja sobre alguém ou algo, nos leva a um exercício mental, demanda tempo,mas é o que move o mundo. Veja se o ser humano não tivesse essa capacidade não teríamos a roda, o controle remoto, os remédios entre outras coisas.
Pensar e executar é isso que nos move.
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sábado, 18 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Trânsito
Hoje acordei atordoado, após um feriadão, pensei que era segunda-feira, mas não era!
Era quarta-feira, o trânsito as sete horas da manhã estava parado, estático; uma formiga tropeçou no asfalto...
Os carros se assustaram, pararam, as pessoas nos ônibus "latas de sardinha" não conseguiram ver o caos, só o setiam, o calor os faziam sentir mal. Isto numa bela manhã de quarta-feira, onde o preço da modernidade e do conforto era alto. Alto como o sol que queimava o asfalto, a formiga,os carros e os ônibus.
Era quarta-feira, o trânsito as sete horas da manhã estava parado, estático; uma formiga tropeçou no asfalto...
Os carros se assustaram, pararam, as pessoas nos ônibus "latas de sardinha" não conseguiram ver o caos, só o setiam, o calor os faziam sentir mal. Isto numa bela manhã de quarta-feira, onde o preço da modernidade e do conforto era alto. Alto como o sol que queimava o asfalto, a formiga,os carros e os ônibus.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Somos perfeitos?
Matamos o semelhante, seja estranho ou próximo, não só morte corporal, mas também lhes tiramos os direitos básicos de sobrevivência. Temos a incrível capacidade de ignorar o que não nos serve, ou pensamos que não.
Lutamos, trabalhamos para ter dinheiro e gastamos quase a vida inteira para tê-lo, e quando o temos, já quase no final da vida o empreendemos numa tentativa vã de recuperar a saúde, e a juventude perdida em prol de vil metal.
Queremos a perfeição: física, bancária, status, mas não há honestidade, solidariedade, caracter, e humanidade. Somos capazes se produzir aviões que rompem a barreira do som, trens bala, remédios para curar doenças terríveis, criamos monstros nucleares, fome, miséria e aquecimento global, mas não conseguimos dar remédio para a alma, para a dor da solidão, da perda, do desespero; para mães que perdem seus filhos para o tráfico.
Somos canibais de nós, é isso mesmo, devoramos tudo que nos pertence, tudo que é eu.
Assim deixo a seguinte questão para que reflitamos sobre nossa condição:
Somos perfeitos?
Lutamos, trabalhamos para ter dinheiro e gastamos quase a vida inteira para tê-lo, e quando o temos, já quase no final da vida o empreendemos numa tentativa vã de recuperar a saúde, e a juventude perdida em prol de vil metal.
Queremos a perfeição: física, bancária, status, mas não há honestidade, solidariedade, caracter, e humanidade. Somos capazes se produzir aviões que rompem a barreira do som, trens bala, remédios para curar doenças terríveis, criamos monstros nucleares, fome, miséria e aquecimento global, mas não conseguimos dar remédio para a alma, para a dor da solidão, da perda, do desespero; para mães que perdem seus filhos para o tráfico.
Somos canibais de nós, é isso mesmo, devoramos tudo que nos pertence, tudo que é eu.
Assim deixo a seguinte questão para que reflitamos sobre nossa condição:
Somos perfeitos?
quinta-feira, 12 de março de 2009
Reflexão
Queremos o mundo, pois nossas necessidades pessoais e materiais nos levam a isso, um tanto condicionados pela mídia, mas será que é o que realmente necessitamos. Temos carros potentes, computadores de última geração, casas inteligentes, mas temos amor?
E o que é realmente importante, se destruimos o mundo com toda nossa inteligência e capacidade de transformação?
E o que é realmente importante, se destruimos o mundo com toda nossa inteligência e capacidade de transformação?
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